22, 23 e 24 de agosto de 2008 - Curitiba - PR
 

 

Video de apresentação

 

 

Painéis temáticos:

Painel "Integração Latinoamericana"


Dimas Floriani - Professor titular do Doutorado em Meio Ambiente e Desenvolvimento da UFPR.

Shirley Orozco Ramirez - Consul Bolívia

Hamilton Octavio de Sousa - Jornalista, articulista da revista Caros Amigos e do jornal Brasil de Fato e professor da PUC-SP

Glenda de la Fuente - Coordenadora d' A Comunidade pelo Desenvolvimento Humano

Carlos Artexes - Coordenador-geral do Ensino Médio da Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação.

Raymundo de Oliveira - Presidente da Casa da América Latina e da Fundação Universitária José Bonifácio


Painel "Ativismo e Não violência"

José Augusto Guterres - membro da Cordenação Estadual do MST no Paraná

Márcio Marins - presidente do Grupo Dignidade, associação que agrega sete organizações GLBT de Curitiba.

Gustavo Erwin - Coordenador da CMS e do CEFURIA

Priscilla Lhacer - Movimento Humanista

Dr. Rosinha- médico, atualmente é presidente do Parlamento do Mercosul.

Ao final, será elaborada uma compilação dessas sugestões, formando um amplo conjunto de propostas interconectadas que podem ser referência para futuras ações.

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III Fórum Humanista Brasileiro

Em 22-23 e 24 de agosto de 2008, em Curitiba, será realizado o III Fórum Humanista Brasileiro, “Pela Construção da Não-Violência Ativa”.

Estarão reunidas pessoas, instituições, organizações sociais, políticas e culturais que queiram trabalhar para construir metodologias e propostas de ações que caminhem na direção de uma profunda mudança pessoal e social simultâneas, tendo como base os preceitos humanistas de não-violência, não-discriminação e posicionamento do ser humano como valor central.

Há tempos declaramos que a construção de uma nova sociedade acontecerá quando esses temas de fundo sejam verdadeiramente considerados. A resolução dos conflitos pela forma repressiva ou igualmente violenta, além de não gerar resultados a curto prazo, com o tempo tendem a ampliar o problema. Isso se dá por ignorância, mecanicidade ou má-fé de grandes grupos que se beneficiam econômica e politicamente e exercem a manipulação para omitir e impor seus interesses. Quando os governos nacionais e os organismos internacionais tomarem a firme decisão de assumir que a não violência é a única saída e que o progresso de uns poucos termina no progresso de ninguém, contribuirão para a construção dessa sociedade que aspiramos.
Ao contrário, a atitude não-violenta gera referências que abrem o futuro, arejam as possibilidades e tiram os povos desse aparente circuito fechado de ação e reação ao qual muitos pensam estar submetidos. Portanto, para aqueles que acreditam nessa postura, torna-se cada vez mais necessário o intercâmbio constante sobre como é possível implementar essa forma de pensar, sentir e atuar no mundo.

 

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